terça-feira, 27 de novembro de 2007

Meia vida, vida e meia

Não quero viver as coisas pela metade
Não suporto estar aqui podendo estar lá
E sabendo que posso

“Se é pra sorrir, que seja com todos os dentes”
Se é pra amar, que seja de corpo e alma
Se é pra brincar, que seja sem preocupação

Mas minha aura é preocupada por natureza
Quando acho que ela está calma, susto
Acordo de madrugada com coração acelerado

Será que faço o que quero?
Será que quero o que faço?
Será que quero tudo?
Só sei que não quero metade.

2 comentários:

Lia disse...

uma poesia leve ^^

que susto! quando li meia vida ao entrar pensei que ía encontrar algo falando de meia vida de chumbo, de urânio...ufa!

beijinhos minha querida =0**

Bruna Escaleira disse...

haha Lialia,
nem sei o que vc quer dizer com estes elementos químicos!
e thank god, porque isso significa que a fuvest já passou e os jornots já existem ;)